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Jornal do Caju

1Edicao

2Edicao

Reunião NP 2018

BNI,INCAJU,FDA

Folheto 2015

 

Folheto 2017

Titos

Administrador de Redes e Sistemas, hardware e Design

PROPOSTA DE PRODUÇÃO

REGULAMENTO  DO FOMENTO, PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO, PROCESSAMENTO E EXPORTAÇÃO DO  CAJU

  • O REGULAMENTO DO FOMENTO, PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO, PROCESSAMENTO E EXPORTAÇÃO DO CAJU”, aprovado pelo Decreto N.78/2018 de 6 Dezembro, surgiu da necessidade de adequar o quadro normativo do Subsector à conjuntura económica e política do País bem como à dinâmica do mercado global do caju.
  • Passando a vigorar a partir do mês de Março de 2019, cumpre-nos divulgar a seguinte informação:

O REGULAMENTO  Visa:

  1. Reforçar a competitividade do subsector do caju no mercado global.
  2. Assegurar a previsibilidade no processo de planificação e gestão corrente.
  3. Contribuir para o crescimento e sustentabilidade de todos os segmentos e actores envolvidos ao longo da cadeia de valor do caju por meio de um Sistema de Gestão de Informação.
  4. Orientar a actividade do Subsector do Caju para o agronegócio, com soluções baseadas no mercado.
  5. Regulamentar a amplitude da cadeia de valor do caju.

Capítulo II: CLASSIFICAÇÃO E REGISTO DOS ACTORES DA CADEIA DE VALOR DO CAJU

Artigo 10

Os actores da Cadeia de Valor do Caju são enquadrados nos seguintes grupos:

  • Produtores
  • Fomentadores
  • Comerciantes
  • Processadores
  • Exportadores
  • Investigadores 
  • Financiadores.

Artigo 11

O registo tem como objectivo estabelecer um sistema de informação coerente, dinâmico e rastreável em toda a cadeia de valor do caju.

Os actores devem registar-se até o dia 15 de Setembro de cada ano junto ao INCAJU ou nos Serviços que superintendem a actividade agrícola no respectivo Distrito, atribuindo-se, para o efeito, um número de actor conforme o sistema de informação e gestão a ser estabelecido pelo INCAJU.

Capítulo IV: COMERCIALIZAÇÃO DA CASTANHA DE CAJU

Artigo 19

 A comercialização da castanha de caju é feita sob a forma de transacções, por um actor devidamente registado pelo INCAJU ou por Autoridades Administrativas Locais.

Pode ser registado para compra da castanha de caju o comerciante que possua alvará que lhe permita comercializar produtos agrários ou industrial, devidamente inscrito nos termos do presente Regulamento.

Artigo 22

A circulação da castanha de caju no território nacional é sujeita ao regime de guia de trânsito emitida pela entidade que superentende a área de agricultura em cada área territorial.

A guia referida no no 1 do presente artigo deve ser emitida em quadruplicado, datada, indicando a quantidade e a origem da castanha transportada.

Artigo 23

Na comercialização da castanha de caju, observa-se o Preço de Referência de compra ao produtor aprovado pelas autoridades competentes, para cada campanha de comercialização da castanha de caju.

As negociações do preço de referência são feitas antes do início da campanha de comercialização da castanha de caju, até o dia 15 de Setembro de cada ano.

Capítulo V: EXPORTAÇÃO DA CASTANHA E DA AMÊNDOA DO CAJU

Artigo 24

A castanha de caju  pode ser exportada em bruto e sob forma de amêndoa por Actores registados no INCAJU, IP.

O volume de exportação da castanha em bruto deve ser determinado anualmente com base no excedente da produção nacional relativamente à capacidade de processamento doméstico.

A projecção da capacidade instalada e da produção total nacional é feita até o dia 15 de Setembro de cada ano, devendo-se determinar a quantidade de castanha bruta que se destina à exportação.

PRODUZIR CAJU PARA GERAR RIQUEZA

Endereço

Av. Acordo de Lusaka Nº. 1406, Edifício do MASA, 2º Andar, bloco E

Maputo-Moçambique

Email: incaju@incaju.co.mz

Website: www.incaju.co.mz / www.incaju.gov.mz

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Reunião de Planificação 2019

Realizou-se de 29 a 31 de Maio de 2019, na sala de reuniões do Centro Polivalente Padre Leão Gehon, na cidade de Gurué, Província da Zambézia, a Reunião Anual do Subsector do Caju, sob o lema “MOÇAMBIQUE NO AUMENTO DA PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE RUMO À FOME ZERO”, orientada pelo Exmo. Senhor Ilídio Afonso José Bande, Director Nacional do INCAJU, IP.

Na sessão de abertura, fizeram parte do presidium, Sua Excelência Abdul Razak, Governador da Província da Zambézia, o qual fez a abertura oficial da reunião, Exmo. Senhor Ilídio Afonso José Bande, Director Nacional do INCAJU, IP, Exmo. Senhor Costa Ejai Chirembue, Administrador do Distrito de Gurué e Exmo. Senhor Fernando José Aniceto, Presidente do Conselho Autárquico da Cidade de Gurué.

Estiveram presentes o Exmo. Senhor Daniel Sérgio Massinga, Director do Gabinete Jurídico do MASA, Exmo. Senhor Germano José Amado, Director de Documentação e Informação Agrária do MASA, Exmo. Senhor Jabula Arlindo Zibia, Director Provincial da Agricultura e Segurança Alimentar da Zambézia; membros do Governo Provincial e Distrital; Representantes de Instituições do Sector Público e Privado; Delegados Provinciais do INCAJU, IP; Exma. Senhora Elina Judite Massengele, Delegada do Instituto do Algodão de Moçambique, Região Norte; Parceiros de Cooperação; Técnicos do Sector Agrário e Investigadores; Produtores do Caju; Processadores; Organizações Não-governamentais e outros intervenientes da cadeia de valor do caju em Moçambique, totalizando 101 participantes.

Constituíram objectivos da Reunião Nacional do Subsector do Caju,

Os trabalhos da Reunião Nacional do Subsector do Caju obedeceram um programa e uma agenda previamente estabelecidos e que constarão dos anexos do documento final.  A Síntese descreve sucintamente o decurso da Reunião, os debates e as recomendações adoptadas e é estruturado observando os temas da agenda, dentro dos quais se pode encontrar a essência da apresentação, os comentários, bem como as recomendações feitas.

Em seguida, o Excelentíssimo Senhor Director Nacional do INCAJU, IP na sua intervenção fez a contextualização da reunião onde destacou o desempenho do subsector do caju nas várias componentes de actividade, com destaque para, (i) o registo de níveis de crescimento satisfatórios em termos de produção comercializada da castanha de caju, tendo sido alcançada uma produção comercializada de 142.000 toneladas na campanha 2018/2019 e (ii) uma perspectiva de atingir cerca de 148.300 toneladas de produção comercializada e 93.800 toneladas de processamento na campanha 2019/29.

(i) avaliar o grau de desempenho das actividades do Subsector do Caju no Quinquénio 2015-2019 e desafios do subsector para o Quinquénio 2020/2024;

(ii) planificar actividades e orçamento para o Quinquénio 2020/2024; e

(iii) produzir recomendações que consolidem as intervenções integradas no Subsector do Caju em toda a sua cadeia de valor. 

ANÚNCIO DE CONCURSO

O Instituto do Fomento do Caju, IP (INCAJU, IP), nos termos do artigo 32 do Regulamento de Contratação de Empreitadas de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado, aprovado pelo Decreto nº5/2016 de 8 de Março, convida as empresas interessadas a apresentarem propostas para o Concurso em anexo.

Nº Concurso Objecto do Concurso Modalidade     Garantia Provisória Data de entrega das propostas Hora de entrega das propostas Hora de abertura das propostas   Valor do caderno
  35A002141/INC/UGEA/GAHC/01/2019 Contratação para Fornecimento de Géneros Alimentícios Higiene e Conforto Concurso Limitado     6.000,00 MT 29/05/2019 11:30H 11:45H     1.000,00MT
35A002141/INC/UGEA/MECI/02/2019 Contratação para Fornecimento de Material de Escritório e Consumíveis de Informática Concurso Limitado Lote I: 6.000,00MT   Lote II: 22.000,00MT 29/05/2019 10:00H 10:15MT       1.000,00MT
35A002141/INC/UGEA/SMRVM/03/2019 Contratação para Serviços de Manutenção e Reparação de Viaturas Multimarcas Concurso Limitado   10.000,00MT 29/05/2019 14:00H 14:15H     1.000,00MT
35A002141/INC/UGEA/SG/04/2019 Contratação para Serviços Gráficos Concurso Limitado   7.500,00MT 29/05/2019 15:00H 15:15H   1.000,00Mt
  1. Os  Concorrentes interessados poderão obter mais informações, examinar os Documentos do Concurso ou levantá-los, mediante apresentação do talão de depósito efectuado na conta nº005218519003 – INCAJU – CADERNOS DE ENCARGOS – BM no valor não reembolsável correspondente a cada caderno de encargos, na Sede do Instituto de Fomento do Caju, IP (INCAJU, IP), sita na Avenida Acordos de Lusaka nº 1406, Edifício do MASA, 2º Andar Bloco E (Praça dos Heroes), no período normal de expediente.  
  2. As Propostas deverão ser entregues no endereço acima indicado até à data e hora dos dias indicados para cada concurso e serão abertas em sessão pública na presença dos concorrentes que assim o desejarem.
  3. O período de validade das propostas é de 120 dias.
  4. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia provisória, as referidas garantias poderão ser prestadas em uma das seguintes formas.
  5. Garantia Bancária
  6. Cheque Visado
  7. Título de Dívida Pública
  8. Seguro Garantia

A Autoridade Competente

Elegível

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Dinamizando a Castanha de Caju- Província de Gaza

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Visita ao Viveiro de Nanduli

Na presente campanha agrícola, Cabo Delgado prevê produzir mais de 35 mil toneladas de castanha de caju.

Viveiro de Nanduli Provincia de Cabo Delgado

Quem assim anunciou é o Governador Júlio Parruque, segunda-feira (04/03), visitou o viveiro da aldeia Nanduli, Distrito de Ancuabe, um  dos maiores da província, chegando a produzir mais de meio milhão de mudas de cajueiros por ano.

Parruque disse que província tem a castanha de caju uma das culturas de bandeira, daí que urge a necessidade de monitorar constantemente a sua produção.

Julio Parruque
Governador de Cabo Delgado

Ele, que ficou impressionado com o que viu em Nanduli, explicou que a técnica que actualmente está sendo usada na produção de mudas, através da enxardia, introduz um novo cenário na produção da castanha de caju que, por conseguinte, aumenta a produtividade desta cultura de rendimento.

Afirmou, ficar mais impressionado ainda por ter encontrado técnicos locais que trabalham no viveiro de Nanduli, os quais têm a habilidade de tratar plantas de cajueiros com carinho e mestria.

Fonte: INCAJU-Delegação de Cabo Delgado

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Assinatura de Protocolos

BNI, INCAJU E FDA FIRMAM PROTOCOLO PARA A PROMOÇÃO DO FINANCIAMENTO AO SECTOR AGRÁRIO E SUBSECTOR DO CAJU

O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) através do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) e Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) assinaram segunda-feira, 20 de Agosto de 2018, dois Protocolos com o Banco Nacional de Investimento (BNI), que visam a criação de dois Fundos de Garantia de Crédito dos financiamentos ao sector agrário e ao subsector do caju, respectivamente.

Pretende-se com a assinatura destes Protocolos promover maior acesso ao crédito para o sector agrário e ao subsector do caju com baixo nível de exigência de colaterais e a taxa de juros baixas relativamente as do mercado através da concessão duma cobertura do risco de crédito até 80.00% (oitenta por cento) do financiamento concedido aos projectos do sector agrário e do subsector de caju em particular.

Ainda ao abrigo destes Protocolos, o BNI, FDA e o INCAJU irão co-mobilizar recursos financeiros e assegurar a implementação dos respectivos projectos assim como partilhar o risco em prol do desenvolvimento de cadeias de valor (produção, processamento e comercialização) do sector agrário e do subsector do caju.

Os dois Fundos de Garantia estão avaliados, numa primeira fase, em 250 Milhões de Meticais, dos quais MT 190 milhões serão alocados para a garantia do Risco de Crédito do sector agrário e MT 60 milhões para a garantia do Risco de Crédito do subsector do caju.
Os Fundos beneficiarão:
(i) micro, pequenos e médios agricultores e empresas que actuam no sector agrário e subsector do caju; e
(ii) Projectos de investimentos para a produção, processamento e comercialização de diversos produtos do sector agrário e subsector do caju. Espera-se com assinatura destes protocolos, promover maior acesso ao crédito em condições preferenciais ao sector agrário, estimular a produção e a produtividade agrária, geração de renda e emprego, melhoria da balança comercial pelo estimulo às exportações e substituição das importações dos produtos alimentares.
Rubrica dos Protocolos Dr. Tomás Matola – Presidente da Comissão Executiva do BNI, Eng. Ilídio Bande – Director Geral do INCAJU e Dr. Eusébio Tumuitikile – Presidente do Conselho de Administração do FDA.

Tratamento Químico

PROCEDIMENTOS DE COLHEITA E DE PÓS-COLHEITA

Um programa do Instituto de Fomento do Caju, que visa sensibilizar os produtores de caju a realizarem boas práticas de colheita e de pós-colheita da castanha de caju.

COLHEITA DA CASTANHA

Caro produtor, limpe a volta dos cajueiros para que as castanhas possam cair em lugar limpo e facilitar a apanha.
A colheita da castanha de caju realiza-se após a queda natural dos frutos da árvore para o solo/chão. Nessa altura, a castanha já estará madura.
Caro produtor, nunca deve colher castanhas verdes ou imaturas que estejam na árvore.
Caro produtor, deixe a castanha cair sozinha e não bata com paus ou bambus.
A apanha deve ser realizada 2 a 3 vezes por semana e evitar que as castanhas permaneçam muito tempo no campo, pois pode cair chuva que vai prejudicar as castanhas, podendo absorver humidade e que provoca a germinação e reduz a qualidade da amêndoa no processamento.

As castanhas furadas, chochas, verdes ou malformadas também devem ser apanhadas, mas imediatamente devem ser separadas das boas.

Separação/Limpeza

A separação da castanha e da pêra (caju), deve ser feita logo a seguir a apanha para evitar que o caju apodreça e fermente, provocando a podridão da amêndoa.

Separar a castanha da pêra manualmente, por torção ou com o emprego de um pedaço de fio de naylon. Enrolar o fio no ponto de união entre a castanha e o pedúnculo e, após um puxão para um dos lados, a castanha separa-se do pedúnculo.
O fio de naylon a ser utilizado deve ser de meio metro.

Retire os ramos secos, folhas, pedras, e pedaços de pêra do caju que se aderem na castanha, e outros objectos estranhos na castanha.

CUIDADOS EM PÓS-COLHEITA

Secagem
O processo de secagem é feito para reduzir o teor de humidade da castanha. Reduz-se a humidade da para evitar o desenvolvimento de bichinhos que provocam o apodrecimento da amêndoa e para conservar mais tempo no armazenamento (12 meses).
A secagem da castanha antes de armazená-la evita a perda de qualidade.
A castanha deve ser espalhada em camadas de até 5 cm, durante 2-3 dias, em eira (chão de cimento) ou solo liso e firme, para permitir a entrada da luz solar e a circulação do ar e permitir a perda de humidade. O teor de humidade deve estar entre 8 a 10%.
As castanhas colhidas em dias chuvosos levam mais tempo no processo de secagem 3-5 dias.
Deve-se revirar a castanha diariamente.
À noite, a castanha deve ser coberta com lonas de plástico, para protegê-la da humidade (chuva), insectos e roedores.

Depois da secagem, deve separar a castanha em tipo grande, médio/padrão e pequeno.

Amigo produtor a separação da castanha em tamanhos é com base nas seguintes características físicas:
• Castanha tipo Grande: é a que tiver menos de 168 unidades de castanha por kilograma
• Castanha tipo Médio ou Padrão: a que ronda entre 169 a 200 castanhas por kilograma
• Castanha tipo Pequeno: com mais de 200 unidades de castanha por kilograma
Separando a castanha o produtor vai ganhar mais dinheiro!

ARMAZENAMENTO DA CASTANHA

Depois de limpa, seca e seleccionada, a castanha pode ser armazenada até um ano.
Os armazéns devem ter boa ventilação, janelas e portas que não permitem a entrada de insectos e roedores. No momento de armazenar, o produtor deve eliminar a castanha chocha, avariada, furada, manchada e enrugada.
O armazenamento da castanha deve ser feito em sacos de juta, com capacidade de 80 kg. Os sacos deverem ser empilhados sobre estrados de madeira, a uma altura que varia entre 5 a 10 cm.
As pilhas não devem encostar as paredes para permitir a circulação do ar.
Evite usar sacos de ráfia/náilon, pois cria humidade que reduz o tempo de conservação e provoca o apodrecimento da amêndoa.

COMERCIALIZAÇÃO DA CASTANHA DE CAJU

A comercialização da castanha acontece depois da abertura oficial da campanha de comercialização.
Aconselhamos a vender a sua castanha em grupo ou associação com outros produtores da sua comunidade, que tem feito as boas práticas de produção, de forma a negociar melhor preço com os compradores, e assim ganhar mais dinheiro.
Caro produtor, contacte com os serviços de agricultura ou o extensionista da sua região para se informar sobre os preços da castanha de caju.

Produzir Caju para Gerar Riqueza

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Bem vindo

Bem-vindo ao nosso site. Aqui pode encontrar informação relacionada com a nossa instituição, poderá usar o nosso portal de negócios, conhecer os nossos projectos e contactar com as nossas delegações.

Os Resultados obtidos das principais subcomponentes do Caju na campanha em curso 2017/2018 : Produção de Mudas-3 266 735, Tratamento Quimico- 129 643, Comercialização-63.083 ton.



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PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU SUSPENDE VENDAS DE CAJU EM MEIO A CONTRABANDO

O presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, ordenou a suspensão das vendas de caju apenas algumas semanas na época,
Estão sendo contrabandeadas através do vizinho Senegal.
Os cajus representam cerca de 80% de todas as receitas de exportação do pequeno país da África Ocidental e as vendas transfronteiriças secretas significa que o país historicamente instável perde os impostos de exportação.
“Estou pedindo aos produtores que suspendam a venda de castanha de caju até novo aviso”, disse Vaz na segunda-feira.
Ele disse que os agricultores na Guiné-Bissau estavam recebendo cerca de 500-600 francos CFA (US $ 1,00) por quilo, enquanto vendido em cerca de 1500 francos CFA (2,51 dólares) no sul do Senegal.
A Guiné-Bissau, quinto maior exportador mundial de caju, registou altas exportações de cerca de 200 mil toneladas no ano passado. A Estação vai de Abril a Setembro.

Mais informações:www.africancashewalliance.com

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